domingo, 17 de junho de 2012

                  Crise européia
   O ano de 2011 foi marcado em todo o mundo pela crise econômica na União Européia. Que tiveram grandes impactos nos quatro camtos do mundo, como: Fuga de capitais de investidores; Escassez de crédito; Aumento do desemprego; Descontentamento popular com medidas de redução de gastos adotadas pelos países como forma de conter a crise; Diminuição dos ratings (notas dadas por agências de risco) das nações e bancos dos países mais envolvidos na crise; Queda ou baixo crescimento do PIB dos países da União Européia em função do desaquecimento da econômica dos países do bloco; Contaminação da crise para países, fora do bloco, que mantém relações comerciais com a União Européia, inclusive o Brasil; Enfim, as consequências da crise são várias, e que de uma forma ou outra estão afetando todo o mundo.
   No principio, a crise era financeira, pois era do endividamento elevado, principalmente, em Portugal, Itália, Grécia, Espanha e Irlanda. Também, devido aos impactos da crise nos EUA, sobre os bancos europeus; Logo depois, se tornou fiscal, com os gastos excessivos do governo para proteger os sistema financeiro, conter o desemprego e etc. E hoje, ela tem grande peso político. Um exemplo, é a queda dos governos em Portugal, Irlanda, Grécia, Itália e Espanha.
   Os europeus já estão fazendo várias ações para enfrentar a crise, como a implementação de um pacote  econômico anticrise lançado em Outubro de 2011; Contaram com a ajuda intensa do FMI e do Banco Central Europeu nas ações de enfrentamento da crise; Ajuda financeira aos países com mais dificuldades econômicas como, por exemplo, a Grécia;  Definição de um Pacto Fiscal, cujos objetivos são: garantir o equilíbrio das contas públicas das nações da União Europeia e criar sistemas de punição aos países que desrespeitarem o pacto. Vale destacar que o Reino Unido não aceitou o pacto, fato que aumentou a crise política na região.

Nenhum comentário:

Postar um comentário